Carnaval cabô, você se endividou, engravidou aquela menina (ou foi embuchada), adquiriu umas três DSTs, tiraram fotos comprometedoras de sua pessoa, e agora você está desesperad@. Relaxa, amig@, trouxemos um momento terapêutico pra você.

Desde os tempos mais primórdios, os seres humanos possuem alguma forma de terapia. Durante milênios, o homem e a mulher, para descarregar todas as suas tensões e por não ter nada melhor pra fazer (pesquisas comprovam que até hoje, nada melhor foi encontrado), abdicavam de alguns momentos dos seus dias para o ato da fornicação (fato que de certa forma explica a atual alta densidade demográfica do nosso planeta).

Com o passar das décadas, a humanidade com QI mais alto (nerds) percebendo a dificuldade para conseguir aliviar tensões através de atos fornicativos, inventou algumas terapias ocupacionais interessantes como a pornografia, os gadgets, os video games, etc. Mas um em especial é o centro de nossa atenção nessa postagem.

O plástico bolha serve para proteger cargas durante o transporte e a sua invenção foi acidental. Mas, quem se importa? Hoje, quando achamos um pedaço desse precioso material ficamos horas e horas babando, com os olhos desfocados, balbuciando palavras ininteligíveis, sentindo as bolhas estourarem sob nossos dedos e o barulho agudo do rompimento da bolha fazendo massagem aos nossos tímpanos.
E como a Internet já gosta de centralizar em si tudo que existe no mundo (Matrix tá chegando aí, geeeeente), agora você pode fazer seus momentos terapêuticos em frente ao computador. Clicando aqui, você vai ser redirecionado pra um pedaço de plástico bolha digital e ficar babando durante horas o trabalho, a pesquisa da escola, ou mesmo naquele momento em que você não está fazendo nada e fica refletindo quantas pessoas estão fazendo sexo agora.

Existem duas funções: a função normal, a qual você estoura bolha por bolha, e a Manic Mode (basta assinalar no cantinho direito), na qual onde você passar o cursor, as bolhas papocam, como se você fosse um louco, tarado, maníaco que gosta de matar pessoas e depois esquarteja-las e tomar seus sangues como se não houvesse amanhã.
Fico só imaginando o quanto isso seria legal em um IPad…
Bem, é isso. Essa foi mais uma intervenção do correspondente PJ Brandão, diretamente de Fortaleza. Segue aê, ó > @Panz_e_Pimba
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